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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Dia Nacional do Surdo

Nesta segunda-feira (26), data em que se comemora o Dia Nacional do Surdo.
Neste vídeo fica bem claro como deve ser dificil não ser compreendido.



domingo, 25 de setembro de 2011

A evolução


Adorei esses vídeos Eles  fazem  parte de um trabalho que estou realizando no meu Curso de Especialização Mídias na Educação - UFRGS

O que é ser professor hoje.




O que é ser professor?



           
Muitos professores marcaram minha vida tanto positivo quanto negativamente, mas decidi falar sobre um professor que me ensinou muito.  O Professor Arli Borba, saudoso Professor Arli, que não está mais entre nós, certamente, está ensinando em outras esferas da vida. Lembro-me dele com muito carinho, advogado, mas nos ensinava sobre agricultura. As minhas recordações me levam as  histórias que nos contava nas suas aulas, embaixo das árvores centenárias da Escola Estadual de Ensino Médio Ildefonso Simões Lopes, mais conhecida como Escola Rural. Histórias com um fundo moral, histórias de vidas reais ou não tão reais que escutávamos como se estivéssemos alimentando a nossa alma.  Vem dele a minha mania de sempre contar uma história quando quero ensinar algo que foge do conteúdo formal.     
            Vejo que o professor tenta continuar sendo o mesmo de anos atrás. Estamos vivendo uma mudança muito grande de valores e, por causa disso, há muitas situações que antes não eram aceitas sendo perdida ou modificada. Existe uma frase que diz que as escolas são do século XIX, os professores do século XX e os alunos do século XXI. Vejo a educação dessa forma. Os professores estão em constante aperfeiçoamento, mas não conseguem mudar a sua prática diária. Estamos vivendo a era do inconformismo, do desestímulo, poucos conseguem modificar ou fazer a diferença.
            Acredito que quando decidimos por uma profissão,  com certeza, ela é escolhida por ser uma missão, um sacerdócio. Quem quando criança não brincou de ser professor (a)? Mas, podemos sim, nos tornar professores após uma caminhada em outra profissão.
 Eu me tornei professora. A minha história começa assim: Meu pai era proprietário de uma empresa que vendia materiais de construções. Eu cresci neste ambiente, entre tijolos, pedras, telhas, etc. Sempre dizia que seria arquiteta. Fui morar em Osório, ingressei na Escola Rural para cursar o segundo  grau. Pensando em um vestibular... No segundo ano vinte e três alunos da minha turma foram reprovados, inclusive eu. Decidi fazer Magistério.
No início foi apenas uma profissão mais fácil e rápida, eu pretendia casar  e vir morar no Pinhal. Hoje, quando olho para trás vejo que tudo valeu a pena, nada foi em vão. Eu não poderia ter escolhido outra profissão. Ser professora é a minha vocação.

por Eloise Ferreira Faistauer de Borba
Pós Graduação Lato Sensu em Modalidade a Distância
Espaços e possibilidades para a educação continuada
 

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Arteterapia: uma nova escolha profissional

 


Arteterapia surgiu na minha vida e veio para ficar. Neste vídeo eu mostro um pouquinho do que estou fazendo em uma escola que amo muito.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Quem nunca rabiscou em um papel que atire a primeira pedra...

 Atividade 9
 
Apresentar no encontro presencial final produtos que resultam de atos de criação, muitas vezes escondidos em pensamentos, gavetas, guarda-roupas, estantes...

          Quem nunca rabiscou um pedaço de papel que atire a primeira pedra, ou melhor, a primeira folha amassada.

          Existem pessoas que quando  falam ao telefone desenham ou rabiscam alguma coisa. Se formos fazer um análise desses desenhos, eles poderão nos dizer muito. O ato de desenhar ou rabiscar  é inerente ao ser humano. Alguns desenhos o repetimos por vários anos.  A verdade é que desde  pequenos nos comunicamos com o mundo através de nossos desenhos.

 
             Essa situação comum do dia-a-dia não passou desapercebida e  para Winnicott, um grande observador do ser humano,  deu grande destaque a essa expressão livre e criou  o Jogo do Rabisco, que é uma forma de comunicação, um meio de se entrar em contato com o si mesmo da pessoa que joga. Nas palavras do autor: “É simplesmente um método para estabelecer contato com um paciente infantil” (WINNICOTT, 1994, p. 231).
 
          Quando iniciei o  pós, em Arteterapia, descobri que gostava de desenhar. Meus cadernos, polígrafos, bilhetes, qualquer coisa virava tela de pintura.  Comecei a notar que isso me acalmava. Sou muito agitada, não gosto de permanecer parada por muito tempo, gosto de me movimentar, gosto de falar, de dar a minha opinião e nem sempre isso é possível.  Então comecei a desenhar e gostei dos desenhos. No início somente usava o lápis comum, depois passei a ter junto de mim, lápis de cor ou giz de cera. Em qualquer lugar que eu esteja há uma caixa dessas, no carro, na bolsa, no apartamento do meu filho, no caminhão do meu marido, etc.


O rabisco pode mostrar a maneira como o self 
se apresenta   no mundo, não acabado, e esta 
é a grande questão do objeto subjetivo. 
Winnicott define o objeto subjetivo como aquele 
que se forma no psiquismo humano e que pode 
tornar presentes a aspiração e a esperança 
da realização de si. 
(Rabiscando para ser: do si mesmo para o papel Beatriz Pinheiro Machado Mazzolini)


         Só que, a tecnologia, a cada dia, nos surpreende e eu descobri em meu telefone um "Painel de desenho". No início eu achava que só havia a possibilidade de desenho na cor preta, mas explorando vi que podia realizar desenhos coloridos. A partir desse momento,  imaginação passou a ser a personagem principal dessa história.













Desenhos de minha autoria, realizados no celular LG, programa "Painel de desenhos"


“O essencial da arte é exprimir: o que se exprime não interessa.” (Fernando Pessoa)